Exposição Majestic -Cida Garcia-Catálogo
Assembléia da Câmara Municipal de Machado-MG.
REUNIÃO ORDINÁRIA
Ata da Décima Reunião Ordinária do segundo Período Legislativo. Aos 07 (sete) dias do mês de maio do ano de 2007 (dois mil e sete), às 18 (dezoito) horas na Assembléia da Câmara Municipal de Machado, à Rua Coronel Jacinto 184 realizou-se a décima Reunião Ordinária do segundo Período Legislativo.
.......Outro assunto abordado pelo presidente da Câmara, foi com relação a artista plástica machadense, Cida Garcia, que vai ser homenageada e receberá o Collar pelos grandes Libertadores de Las Américas, pediu deliberação em Plenário uma moção de reconhecimento pelo trabalho da artista plástica machadense..........
Nada mais havendo a tratar, o senhor presidente, vereador Antonio Carlos Fernandes, declarou em nome de Deus e das Leis que regem País, encerrada a sessão, que vai por mim, Secretário, vereador Itamar José Costa, que lavrei a presente Ata, e por quem de direito, devidamente assinada.
Antônio Carlos Fernandes – Presidente.
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Quase nunca somos como queremos, até porque o que queremos é, muitas vezes, não ser.
Esse é um caminho sem remissão, sofrido, errante sem destino - é o caminho da desistência, do caír os braços, esquecendo abraços, preciosidades, as vezes sem conto do conto certo, sintonizado, conto que não se conta mas se deslumbra, recusando teimosamante a penumbra do desistir.
Resistir, resistir sempre - pela Vida, pela comunhão, pela teimosia do Ser.
Sim: que hei-de beber senão isso?
Resistir é o meu feitiço.
Frank Hoevath
"Vamos a qualquer lugar, fazer o que for preciso para ajudar uma Vida.
Estes homens e mulheres Samaritanos escolheram a mão solidária que livra o próximo da angústia e da incerteza do amanhã.
Se é verdade que é em Maio, com as Festas das Rosas ou dos Cestos Floridos de Vila Franca do Lima, que começa o ciclo das Festas Vianenses é, sem dúvida, em Agosto, nas incomparáveis e magníficas Festas de Nossa Senhora d'Agonia, que a tradicão atinge o seu maior expoente. A procissão ao mar e as ruas da Ribeira, enfeitadas com os tapetes floridos, são testemunhos da profunda devoção religiosa. A etnografia tem o seu espaço nos desfiles do Cortejo Etnográfico e na Festa do Traje, onde se podem admirar os belos trajes de noiva, mordoma e lavradeira, vestidos por lindas minhotas que ostentam peitos repletos de autênticas obras de arte em ouro. A festa continua... tocam as concertinas e os bombos; dançam as lavradeiras... A grandiosa serenata de fogo de artifício ilumina toda a cidade, começando pela ponte de Gustave Eiffel, passando pelo Castelo de Santiago do Barra, até ao Templo-Monumento de Santa Luzia... É um abraço dos Vianenses a todos quantos os visitam nesta terceira semana do mês de Agosto.
Havemos de ir a Viana
Poema: Pedro Homem de Mello • Música: Alain Oulman
Entre sombras misteriosas,
Em rompendo ao longe estrelas.
Trocaremos nossas rosas
Para depois esquecê-las.
Se o meu sangue não me engana,
Como engana a fantasia.
Havemos de ir a Viana,
Ó meu amor de algum dia.
Ó meu amor de algum dia,
Havemos de ir a Viana.
Se o meu sangue não me engana,
Havemos de ir a Viana.
Partamos de flor ao peito,
Que o amor é como o vento.
Quem pára perde-lhe o jeito,
E morre a todo o momento.
Se o meu sangue não me engana,
Como engana a fantasia.
Havemos de ir a Viana,
Ó meu amor de algum dia.
Ó meu amor de algum dia,
Havemos de ir a Viana.
Se o meu sangue não me engana,
Havemos de ir a Viana.
Ciganos, verdes ciganos,
Deixai-me com esta crença.
Os pecados têm vinte anos,
Os remorsos têm oitenta.
Na Ourivesaria Freitas, em pleno centro histórico da cidade de Viana do Castelo, podem ser apreciadas cerca de 500 peças da colecção particular do proprietário do estabelecimento, de que se destacam um coração de Viana do século XIX, uma imagem da Senhora da Conceição datada do século XVIII e duas argolas do século IV antes de Cristo.
Contas, arrecadas de Viana, laças, medalhas e colares de gramalheira, brincos à rainha são apenas algumas das peças que integram a “maior colecção de ouro popular português” e que Manuel Freitas se disponibiliza para orientar visitas guiadas à exposição. ( Foto Gualberto Boa Morte)
Museu da Ourivesaria Tradicional de Viana do Castelo
O Museu da Ourivesaria Tradicional de Viana do Castelo, um espaço privado que tem como promotor o ourives vianense Manuel Freitas.
Situado no centro histórico, o espaço reúne 800 peças da colecção particular do ourives, coleccionadas ao longo dos seus 67 anos de vida.
Para além das exposições, Manuel Freitas pretende ainda, através da actividade do museu, promover a reedição de livros sobre ourivesaria popular e filigrana, para além de um livro de sua autoria.
Foto Gualberto Boa Morte
| Rodrigo Scalla |
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